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Porque é que boas candidaturas a incentivos acabam recusadas

Ao longo dos projetos que acompanhamos, repetem-se alguns erros que reduzem as hipóteses de aprovação de uma candidatura a incentivos: a maioria evitável com preparação antecipada:

  • Começar a preparar a candidatura só depois de o aviso abrir: quando já falta tempo para estruturar bem o projeto e reunir a documentação necessária.
  • Avançar sem confirmar todos os critérios de elegibilidade: situação tributária e contributiva, dimensão da empresa, localização do investimento ou atividade elegível podem, isoladamente, inviabilizar a candidatura.
  • Apresentar um projeto sem racional económico-financeiro sólido: um incentivo financia um projeto estruturado, com objetivos mensuráveis e impacto claro, não apenas uma intenção de investir.
  • Negligenciar a robustez financeira da empresa: os avaliadores olham também para a capacidade de executar e sustentar o investimento, não só para o mérito do projeto em si.
  • Iniciar despesas antes de a candidatura estar aceite: comprometendo o chamado "efeito de incentivo" exigido pela generalidade dos programas, o que pode levar à exclusão total do projeto.
  • Perder de vista o calendário de avisos: muitas empresas só tomam conhecimento de um incentivo relevante depois de o prazo já ter fechado.
  • Desvalorizar o acompanhamento depois da aprovação: reporting, pedidos de pagamento e prazos de execução mal geridos podem custar caro mesmo depois do projeto ter sido aprovado.

Estruturar a candidatura com antecedência, com um diagnóstico de elegibilidade bem feito, é o que separa um projeto financiável de uma oportunidade perdida. Peça o seu diagnóstico gratuito e sem compromisso.